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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Há noticias que nos destroem mais um bocadinho, e que nos deixam a pensar!

Hoje tal como em todos os dias existem milhares de crianças que partem, deixam este mundo, esta vida por vezes tão dura e cruel... Hoje as notícias correm de forma mais rápida e feroz que nos obriga a engolir em seco numa tentativa desajeitada de conseguirmos entender o que se está a passar!
Não é necessário conhecermo-nos pessoalmente para sentirmos o apego e o carinho a alguém. E hoje foi assim depois de tantos meses a ler, a comentar, a seguir de forma atenta e serena, na esperança de que um milagre pudesse acontecer chega a notícia mais triste, aquela que jamais deveria chegar, fez!
O Rodrigo deixou-nos, partiu como uma estrela, a dor a tristeza é ainda maior agora!
 
 
Foto de capa
 
Cristina Oliveira

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Este dedico a todas as mamãs!

 
Li este este e não resisti a partilha-lo de tão simples que é diz tudo!
 
 
Um ser especial
 
A Inês sobreviveu a um cancro e decidiu celebrar a vida com “outra vida”. A Susana ficou desempregada, mas não desistiu do sonho de prolongar a família e engravidou… de gémeos. A Salete, passados 13 anos, quatro perdas e muitas “marcas de dor”, conseguiu ter o bebé com que sonhava. A Isabel teve oito filhos, que criou com alguns sacrifícios e muito amor. A Cristina, mãe por opção e devoção, ficou viúva com cinco filhos, mas apoiou-se na fé e nos amigos e deu uma reviravolta na vida.

Nesta edição de maio, mês da Mãe, contamos cinco histórias de mães. Mas muitas mais haveria para partilhar. Histórias de mulheres e mães que, não obstante as agruras da vida, se propuseram a cumprir o seu sonho. Com força, perseverança, dedicação e, sobretudo, muita paixão. Prova de que, mesmo quando as coisas não correm de feição, “a necessidade aguça o engenho”, a coragem renova-se… e o amor é capaz de vencer barreiras.

A verdade é que as mães (e que me desculpem os pais!) têm um dom. Ou, pelo menos, um jeito peculiar. Na forma como ultrapassam os momentos delicados (como mostram alguns dos casos que aqui relatamos), mas também no modo com que gerem as questões banais da vida e lidam com as suas crias. Zelosas nos cuidados, brandas nas decisões, devotas nos afetos e intensas nas emoções. Por alguma coisa é a mãe que acorda primeiro de noite quando o bebé chora, que hesita no castigo, que atura as birras, que exagera nos beijos ou que se comove no primeiro dia de aulas. E por alguma coisa também é a mãe que embala o berço, que cede mais facilmente nos braços de ferro, que escuta queixas e confidências e que se derrete com dedicatórias lamechas no Dia da Mãe.
 
Talvez porque foi ela que nos gerou nas entranhas, que gritou de dor para nos dar vida, que nos nutriu e uniu por um cordão. Um laço de sangue que, quem sabe, torna a Mãe uma pessoa “diferente”. Mais sensível, atenta, cúmplice e poderosa. Que tão depressa derrama lágrimas perante um gesto simples como reinventa forças para lutar contra as crueldades do destino. Como se aquele espécime que alguns se lembraram – sabe-se lá porquê – de apelidar de sexo fraco ficasse, depois da maternidade, com uma “molécula” extra cravada nos genes. Que nos molda a índole, o sofrimento e o pensamento. No fundo, que faz de nós, mães, um ser especial.
 
 
Beijinhos
Cristina Oliveira

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um brinde a ti...

 
Este post dedico-o a ti minha princesa velhinha que partiste e não me disseste adeus, não tivemos tempo… Esse tempo que nos foi roubado pela valentia de um turbilhão de transformações que aconteceram no interior do teu corpo tão frágil…

Hoje seria um dia especial, se estivesses entre nós, era um dia feliz, era o teu aniversário. Recordo como todos te rodeavam de carinho e de mimo, como eras especial…

Para mim foste sempre mais e mais que tudo! Foste o meu aconchego desde muito pequena, a minha companheira de jornadas no campo, quando era ainda uma menina, fazias questão que contigo aprendesse algo que pudesse lembrar-te para sempre. Eras a palavra certa, o colo aberto, o xaile ou romeira sempre pronta para aquecer. Não foste mãe, mas no fundo eras uma “mãe tia”cheia, presente e atenta a cada pormenor. Viveste para os filhos que tratavas e cuidavas como se fossem teus… e eu fui uma privilegiada, passávamos mais tempo juntas, não tanto como hoje gostaria. Mas foi tão bom conhecer-te, viver a tua vida, ouvir as tuas histórias, sentir-me tão querida por ti, ouvir o teu sorriso, aprender as lides do campo contigo, que foram para mim lições de vida que nunca esqueço e que hoje partilho e recordo com saudade!

Hoje tive a ousadia de tratar por “tu” no céu que te acolheu, sinto que não ficaste ofendida comigo como outrora acontecia, afinal não andamos na escola juntas, não eramos da mesma idade, e o respeito era muito bonito, o você era palavra sagrada!

 
 
 
 

 
Como gostava que tivesses conhecido a F. falo-lhe muito de ti, conto-lhe as nossas histórias, falo-lhe do orgulho que tenho em ti minha velhinha, e sei, tenho a certeza que a proteges e ela é a menina dos teus olhos!

Continuo a adorar-te tanto e tenho tantas saudades…

 
Beijinhos

Cristina Oliveira

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Uma entrevista especial...


Há já alguns dias recebi um convite muito especial deste blog muito catita que convido todas a visitar Fraldas e Rabiscos, nada muito complicado apenas responder em modo de entrevista a uma perguntas que curisoamente me fizerem reviver momentos muito, mas muito felizes!!! Aqui fica o resultado final.

 


 
Mãe de menino(s) ou menina(s) e idades: Sou uma mamã babada de uma menina de três anos, rapioqueira, divertida e muito, mas muito mimalha, gosta muito de receber mas adora ainda mais dar mimos.
 
 
Como foi a escolha dos nome:
Curiosamente não foi uma decisão muito difícil, os papás chegaram de forma fácil ao consenso, gostávamos de optar por um nome diferente menos usual. Contudo quando soubemos que seria uma menina, foi dito de imediato é uma Kika… e ficou esse mesmo, a primeira de todas as opções Frederica!

 
Produto indispensável (durante ou após a gravidez) e porquê:
Creme Hidratante e reafirmante para seios e barriga ( não sei agora ao certo o nome)

 
O que tem na mala de fraldas e não dispensa:
Toalhitas ainda hoje sem ter a necessidade de usar fraldas, as toalhitas nunca são dispensadas na carteira desta mamy!
 
 
Momento de desespero(!):
Primeiro episódio de cólicas da F, foram muito poucos estes acontecimentos mas a primeira vez que aconteceu chorava-mos as duas, ela com as dores e eu por desespero por pouco poder fazer para a ajudar! Aqui o papá foi uma ajuda 100% fantástica!
 
Momento preferido:
Todos os momentos que passo com a F. são um doce, adoro-os incondicionalmente, e não os trocaria por nada deste mundo! Mas o que mais me marcou foi o primeiro momento do seu nascimento, senti-la no meu colo pela primeira vez, jamais esqueço o cheiro, o calor, o mimo que nos envolveu!

 
História caricata: Não é bem uma história caricata a que partilho aqui, mas é um registo que guardo com muito amor, pois não somos só nós mamãs que temos receios, dúvidas ou medos. Ver o papá mudar a fralda, quase por imposição da enfermeira que dizia que o papá tinha de ser o braço direito da mamã e que tinha de começar por fazer um pouquinho de tudo, foi engraçado… E sim, a primeira prova e muito bem sucedida, apesar do suor constante que lhe corria pelo rosto de tanto nervoso miudinho foi ver o papá vaidoso e orgulhoso de si mudar a primeira fralda à sua princesinha com poucas horas de vida. Ainda hoje se mostra o vídeo que registou este momento com orgulho e vaidade.
 
 
Primeira palavra da filhota:
Mamã - Mam
 
Estratégias adoptadas para "sobreviver à maternidade": A maternidade foi a fase mais bonita que algum dia pensei poder viver, sinto saudades desse tempo, muitas saudades. Não tive muitos medos ou angústias. Aproveitei, gozei cada dia como único, disfrutei do sentimento de magia de ver a barriga cada dia mais crescida, e foi fantástico, no dia em que nasceu a F, já sentia saudades de não a voltar a ter só para mim, e dentro de mim. Cuidados, muitos, sobretudo com a alimentação que durante as primeiras 12 semanas não foram fáceis, comer de forma correcta e saudável, cuidados com o corpo afinal não queria ser uma mamã sem cuidados, queria estar bem e “bonita” para abrilhantar mais o meu colo e regaço cheio! Ler muito, e ouvir mais ainda, aqueles que já tinham feito esta viagem, e tinham na bagagem tanto para dar a conhecer.
 
 
Conselhos para outras mães e futuras mães:
Viver cada momento com a maior intensidade possível, a cada dia que passa a autonomia que adquirem retira-nos um pouquinho de poder sobre os nossos catitas, embora tenhamos de estar sempre pertinho! 

 
Que estilo de roupa prefere para vestir as crianças e marcas?Não tenho preferência por marcas específicas aposto sempre em roupas práticas, mas bonitas e divertidas, adoro vestidos, saias, para as meninas, golas charmosas, mas o que não dispenso são os acessórios de cabelo, adoro ver as meninas de laçarotes!
 
Costuma seguir o nosso blogue?
Sim sou seguidora pontual, embora nem sempre comente os post, adoro visitá-lo e deliciar-me com os seus conteúdos!
 
 
Beijinhos
Cristina Oliveira